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A Importância dos Africanos na Construção da Cultura Brasileira



“A contribuição dos africanos na formação do Brasil foi essencial tanto na composição física da população quanto na conformação do que viria a ser sua cultura, que inclui dimensões como língua, culinária, religião, música, estética, valores sociais e estruturas mentais”(PRANDI, 2005).


Aproximadamente 3 milhões e meio de negros Africanos foram trazidos através do tráfico para serem escravizados no Brasil. Com a escravidão eram separadas as famílias e clãs dos povos africanos. No Brasil, era-lhes imposta a religião católica pelos senhores. A cultura africana sobreviveu apena nos centros urbanos e nas grandes fazendas de açúcar. Nesses locais havia maior concentração de escravos que se reuniam com seus povos de origem, dando continuidade a seus rituais e cultos de forma velada. A cultura foi mantida viva também pelo constante número de escravos que chegavam ao Brasil, trazendo a força das raízes ancestrais e tradições africanas.





CONCEPÇÃO AFRICANA DE VIDA E MORTE
POVO YORUBA


Proveniente da Nigéria, Togo e Republica do Benin.
Economia: agricultura, caça, pesca, artesanato e atividades comerciais.

Lutavam e conquistavam povos vizinhos, assimilando sua cultura e suas divindades.

Base de explicação da origem de seu povo: mitologia dos orixás.

Orixás são divindades, ou intermediários entre o divino e o homem.

Os orixás surgem através do culto a forças da natureza, a antepassados de grupos, familiares e antigos reis.Cada pessoa possui seu próprio axé (energia), de acordo com seu orixá regente, do qual descende. Utilizam praticas divinatórias (jogos de búzios, oráculo de Ifá) para adaptar seus comportamentos ao seu destino e praticam ebós (oferendas) e sacrifícios para afastar o mal e atrair o bem.

Para eles não existem psicoterapeutas como conhecemos no Ocidente, mas são os ancestrais e anciões que aconselham os mais novos. Os Yorubás foram trazidos para as Américas e Caribe com a escravidão. No Brasil, foram conhecidos como Nagôs e contribuíram para a construção do patrimônio cultural do pais. Importância da mitologia: transmissão da cultura oral.

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POVO BANTO

  • Natural do Congo. Durante os 300 anos de escravidão africana no Brasil, foi a maior fonte de mão de obra.
  • Já vinham sendo catequizados pelos portugueses desde o final do século XV na África. Realizavam culto à cruz e a seus antepassados. No Brasil seus ritos populares eram mesclados com os ritos católicos. Quando nobres e sacerdotes Yorubás chegaram ao Brasil, dominam as demais etnias africanas, pois trouxeram sua cultura de forma mais estruturada.


SINCRETIZAÇÃO E MISCIGENAÇÃO


Os Yorubás, com seus orixás, reunem-se formando os candomblés.

  • O povo Banto mescla elementos da sua cultura, da cultura indígena, do catolicismo e dos orixás Yorubás, formando a umbanda.
  • Primeiros terreiros: na Bahia, no início do século XIX. Terreiros nas demais regiões do país: Xangô em Pernambuco, Tambor de Mina no Maranhão e Batuque no Rio Grande do Sul. Rio de Janeiro: candomblé de origem baiana.
  • A religiosidade negra local sincretizada aos santos católicos e ao espiritismo Kardecista, forma a “macumba carioca”. Está vinculada a origem do samba e do carnaval = extravasamento do terreiro para as ruas. Torna-se elemento definidor da identidade nacional, tipicamente mestiça.Com a modernidade a umbanda passa a representar potencialmente uma religião para todos.
  • O candomblé, que até os anos 60 era restrito a uma minoria, passa a ser valorizado e resgatado por umbandistas, que disseminam sua prática.










Assim, percebemos que mesmo que indiretamente, a cultura africana permeia nossa formação e nossa identidade. Faz parte da constituição do povo brasileiro, de seu imaginário, seu inconsciente coletivo, sua religiosidade, sua fé, seus medos e superstições. Observamos como muito do que consideramos como tipicamente brasileiro tem origem africana.

Por isso, compreender mais essa cultura e valorizá-la faz-se muito importante para quem deseja ter uma prática transpessoal. 










Curiosidades: Palavras Banto usadas em nosso cotidiano


Em 1697 é publicado em Lisboa “ A Arte da Língua de Angola” do padre Pedro Dias. É Uma das mais antigas gramáticas da linguagem banto, escritas na Bahia, para o uso de Jesuítas (SILVA NETO, 1963).
As palavras africanas foram introduzidas em diversas áreas culturais, muitas vezes mantendo-se o sentido original, mas alterando-se, a grafia.

Exemplos: - Samba, xingar, muamba, tanga, sunga, jiló, candomblé, umbanda, berimbau, capanga, caçula, banguela, mangar, cachaça, cachimbo, fubá, cuíca, mocotó, agogô, dengoso, senzala, mucama.
- palavras compostas: lenga-lenga.
- compostas de uma palavra Bantu e uma do português: bunda-mole, cafundó de Judas, pó de pemba, limo da costa.







REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS



BASTIDE, R. As religiões Africanas no Brasil. Contribuições a uma sociologia das interpenetrações de civilizações. São Paulo: Pioneira, 1971.

BENISTE, J. Mitos Yorubas: o outro lado do conhecimento. Rio de janeiro: Bertrand Brasil, 2006. 
PRANDI, R. Mitologia dos Orixás. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

RIBEIRO, R. I. Por uma Psicoterapia Inspirada nas Sabedorias Negro- Africana e Antroposófica. In: Espiritualidade e prática clínica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.

VERGER, P. F. Orixás: deuses iorubás na África e no Novo Mundo. Salvador: Corrupio, 2002.









FONTE DAS FOTOS

Google image : images.google.com.br
Image Bank: www.imagebanksearch.com/source/home/home.aspx

Museu Afro Brasil: www.museuafrobrasil.com.br





Alunas: Clodine Janny Teixeira e Joici Cruz

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Vida é deixar-se envolver.


É entregar-se ao momento.......



Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo.
Hermann Hesse
Envolva-se nessa melodia





Butterfly Waltz by Brian Crain






Pastel Reflections - Kevin Kern




Um ótimo final de semana


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Dê o seu melhor





PARE UM MINUTO, OLHE AO SEU REDOR
PERDEMOS TANTO COM MEDO DE SORRIR.














PORQUE HÁ TÃO POUCA EMOÇÃO ?
SE UM SORRISO AMIGO FAZ OUTRO EXISTIR









É TEMPO DE SE ESTENDER A MÃO,
POIS BUSCAMOS JUNTOS A MESMA SOLUÇÃO












NÃO DEVEMOS DESANIMAR








UM MUNDO BEM MELHOR









SÓ DEPENDE DE NÓS







DÊ O SEU MELHOR, ISSO É O QUE DEUS QUER














  FAÇA ALGUÉM FELIZ, 











E ALGUÉM TAMBÉM FARÁ POR VOCÊ!












PESSOAS VÃO SEM DIREÇÃO.
NEM UM OMBRO AMIGO,













UM POUCO DE ATENÇÃO,













MAS DEVEMOS VER COM O CORAÇÃO
QUE DAR É BEM MELHOR QUE RECEBER















"Não importa quantas vezes você fez o bem e não teve nada em troca, não importa quantas vezes você sofreu e não foi correspondido, dê o seu melhor, faça a sua parte".

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Transformando os sentimentos




O primeiro passo ao lidar com os sentimentos é reconhecer cada sentimento no instante em que surge. O meio para isso é a plena consciência. No caso do medo, por exemplo, você recorre à plena consciência, olha para o medo e o reconhece como medo. Você sabe que o medo brotou de você mesmo e que a plena consciência também brotou de você mesmo. Os dois estão em você, não em luta, mas cuidando do outro.

O segundo passo consiste em se tornar uno com o sentimento. Melhor não dizer, "Vá embora, Medo. Não gosto de você. Você não é eu." Muito mais eficaz é dizer, "Oi, Medo. Como é que você está hoje?" Em seguida, você pode estimular esses dois aspectos, a plena consciência e o medo, a se cumprimentarem como amigos e a se unirem. Isso pode parecer assustador, mas, como você já sabe que você é mais do que seu medo, não é preciso se amedrontar. Desde que sua mente esteja alerta, ele fará companhia ao seu medo. A prática fundamental é nutrir a plena consciência com a respiração consciente, para mantê-la alerta, cheia de vida e força. Embora no início sua plena consciência possa não ser muito potente, se você a alimentar, ela se tornará mais forte. Contanto que a sua consciência esteja plena e presente, você não será submerso pelo medo. Na realidade, você começará a transformá-lo no exato instante em que dentro de si der à luz a percepção.

O terceiro passo é o de acalmar o sentimento. Como a consciência plena está cuidando bem do seu medo, ele começa a acalmar-se. "Inspirando, acalmo as atividades do corpo e da mente." Você acalma seu sentimento só por estar com ele, como uma mãe segurando ternamente o filhinho que chora. Ao sentir a ternura da mãe, o neném se acalma e pára de chorar. A mãe é a sua mente alerta, nascida das profundezas da sua consciência, e ela tratará do sentimento da dor. A mãe que segura o bebê forma uma unidade com ele. Se a mãe estiver pensando em outras coisas, a criancinha não se acalmará. A mãe tem de abandonar as outras coisas e apenas segurar seu filhinho. Por isso, não evite seu sentimento. Não diga, "Você não é importante. Você é só um sentimento." Passe a formar uma unidade com ele. Você pode dizer, "Expirando, acalmo meu medo."

O quarto passo é largar o sentimento, soltá-lo. Graças à sua calma, você está à vontade, mesmo em meio ao medo; e sabe que esse medo não vai crescer e se transformar em algo esmagador. Quando você se descobre capaz de tomar conta do seu medo, ele já está reduzido a um mínimo, tornando-se mais brando e menos desagradável. Agora você pode sorrir para ele e deixá-lo partir, mas por favor pare por aqui. Acalmar e largar um sentimento são apenas curas para os sintomas. Você agora tem a oportunidade de se aprofundar e trabalhar na transformação da raiz do seu medo.

O quinto passo é olhar profundamente. Você examina em profundidade o seu bebê — seu sentimento de medo — para ver o que está errado, mesmo depois que o bebê parou de chorar, mesmo depois que o medo se foi. É impossível segurar uma criança no colo o tempo todo. Por isso, você deve examiná-la para ver a causa do que está errado. Com esse exame, você será o que o ajudará a começar a transformar o sentimento. Você perceberá, por exemplo, que seu sofrimento tem muitas causas, intensas e externas ao seu corpo. Se há algo de errado em volta dele, se você conserta a situação, com carinho e cuidado, ele se sentirá melhor. Ao examinar seu bebê, você verá os elementos que o estão fazendo chorar. Ao vê-los, você saberá o que fazer e o que não fazer para transformar o sentimento e se sentir livre.

Esse processo é semelhante ao da psicoterapia. Em companhia do paciente, o terapeuta observa a natureza da dor. Muitas vezes, o terapeuta pode revelar causas de sofrimento que se originaram da forma pela qual o paciente encara a vida, das opiniões que ele tem sobre si mesmo, sobre a sua cultura e o mundo em geral. O terapeuta examina esses pontos de vista e essas opiniões com o paciente, e juntos eles colaboram para libertá-los daquele tipo de prisão em que estava. No entanto, o esforço do paciente é crucial. O professor deve trazer à luz o professor que existe dentro do aluno; e o psicoterapeuta deve trazer à luz o psicoterapeuta que há no íntimo do seu paciente. O "psicoterapeuta interno" do paciente poderá então trabalhar em tempo integral de uma forma muito eficaz.

O terapeuta não trata do paciente simplesmente lhe repassando um outro conjunto de opiniões. Ele tenta ajudar o paciente a perceber que tipos de idéias e de crenças ao seu sofrimento. Muitos pacientes querem se ver livres dos sentimentos dolorosos, mas não querem se livrar das opiniões, dos pontos de vista que são as verdadeiras raízes dos seus sentimentos. Portanto, o terapeuta e o paciente têm que trabalhar juntos para ajudar o paciente a ver as coisas como elas são. O mesmo vale para quando recorrermos à plena consciência para transformar nossos sentimentos. Depois de reconhecermos o sentimento, de nos tornarmos unos com ele, de o acalmarmos o de o largarmos, podemos examinar suas causas em profundidade. Elas muitas vezes se baseiam em percepções incorretas. Assim que compreendemos as causas e a natureza dos nossos sentimentos, eles começam a se transformar.

(Nhat Hanh, Thich. Paz a Cada Passo: como manter a mente desperta em seu dia-a-dia.
Coleção Arco do Tempo. Consultoria de coleção de Alzira M. Cohen; tradução de Waldéa Barcellos;
prefácio do Dalai Lama. Rio de Janeiro: Rocco, 1993.

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Vento da Neve




Olhem para estas flores selvagens!
Elas suportam o vento gelado das neves.
Olhem para estas grandes árvores!
Quantas tempestades elas atravessaram?
As flores e árvores têm fortes raízes espalhadas na terra.
Desejo que as pessoas não corram por aí
Apenas para satisfazer suas vaidades,
Mas que elas olhem para seus próprios pés
E cuidem do seu verdadeiro eu.
Por uma vida melhor.
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Canção da alma..... o som do silêncio.


Lembre-se: os silêncios mantêm os segredos, portanto, o som mais doce é o som do silêncio.

Essa é a canção da alma. Alguns escutam o silêncio na oração, outros cantam a canção em seu trabalho, alguns procuram os segredos na contemplação tranqüila.
Quando se alcança a maestria, os sons do mundo se apagam, as distrações se aquietam.
Toda a vida se transforma em meditação.
Tudo na vida é uma meditação na qual se pode contemplar o Divino e vivendo dessa forma, aprendemos que tudo na vida é bênção.
Já não há luta, nem dor, nem preocupação. Só há experiência.
Respira em cada flor, voa com cada pássaro, encontra beleza e sabedoria em tudo, já que a sabedoria está em todos os lugares onde se forma a beleza.
E a beleza se forma em todas as partes, não há que procurá-la, porque ela virá a ti.
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Reflita



"Seja a mudança que você quer ver no mundo!"
Mahatma Ghandi



Passamos tanto tempo complicando as coisas na vida, que nos esquecemos como é fácil simplificá-las.


Nada substitui a paz e o bem-estar de uma vida simples. Considere que quanto mais coisas você possui, mais tempo precisará dedicar a cuidar delas e mantê-las.


Assim a primeira dica simples para o dia-a-dia é:


1. Abandone aquilo que não faz sentido, não faz diferença, não faz falta e não faz bem


É preciso coragem, disposição, humildade e muita força de vontade para abandonar as coisas. Nós nos apegamos demais! Apego não faz bem à vida, a verdadeira riqueza consiste em aprender a ter sem possuir...


Considere as coisas e situações como transitórias; acostume-se a abandonar as coisas, partindo sempre daquelas que você já percebe como menos necessárias. Comece limpando as gavetas, separando no guarda-roupa as roupas que não tem usado nos últimos meses. Parece incrível, mas organizar gavetas e guarda-roupas ajuda a organizar as ideias e, em consequência, a própria vida. Quando você coloca o princípio da organização em movimento, tudo melhora. Felicidade, paz e bagunça não combinam.


Lembre-se de abandonar aquilo que não faz bem. Isso inclui certos tipos de conversas, leituras, amizades, hábitos.


2. Fique somente com o que agrega e eleva. Mantenha o necessário, somente o necessário


Você não precisa ser extremamente minimalista, ao ponto de ter somente o absolutamente necessário. Há espaço para certo supérfluo não prejudicial na vida de todos nós (apenas não se apegue a ele). Mas procure manter somente o que vale mesmo a pena, os CDs e DVDs que valem a pena, os livros que valem a pena, as amizades que valem a pena, as lembranças e sentimentos que valem a pena, e assim por diante...


Lembre-se de manter os bons pensamentos, os bons sentimentos, as boas atitudes e o esforço para conquistar o direito de realizar seus sonhos!


É preciso manter a fé, a esperança, a autoestima, o amor e a certeza de que tudo pode e deve melhorar!







3. Concentre-se em tornar as coisas mais simples


A disciplina é difícil de implantar num primeiro momento, mas conquistada, torna a vida muito mais simples e produtiva. Com disciplina, tempo e dedicação você encontra os recursos e caminhos para fazer tudo o que deseja e aprende a fazê-lo de uma forma que lhe traga muito prazer e alegria.


Simplifique os relacionamentos, espere um pouco menos das pessoas, não estabeleça expectativas muito elevadas. Cada pessoa possui uma forma de ser e um tempo para poder avançar e alcançar novos estágios de relacionamento, compreensão e atitude. Seja gentil com as dificuldades dos outros, encontre justificativas para as dificuldades deles com a mesma disposição e criatividade que encontra para a suas!


Você tem um colega de trabalho ou escola difícil? Simplifique as coisas, diminua as rotas de colisão. Procure entender e fazer-se entender através de um diálogo leve sem o peso e o perigo do nervosismo, da irritação e do preconceito. É possível discordar sem discussão, não participar sem agredir. Torne as coisas mais simples, vale muito a pena!


4. Amar sua família não significa ter os mesmos valores que ela


Dedique-se a amar a sua família, não existe acaso no mundo. Por mais que em alguns momentos possam não parecer, essa é a melhor família para você e, um dia, no futuro, você compreenderá isso. O parentesco é consanguíneo, isso não implica que as afinidades emocionais, afetivas, espirituais e de personalidade sempre estejam presentes. Amar sua família não significa que você ou eles possuem o modelo certo, não significa que precisam ser idênticos, significa que possuem uma história em comum, que pode ser melhor ou pior, agradável ou não, dependendo das escolhas que fizerem.


Escolha ser e fazer feliz. Mantenha sua identidade, defenda o que você acredita, mas aprenda a fazê-lo sempre pelos melhores e mais suaves caminhos. A utilização da força, seja em argumentos mais contundentes, seja em atitudes mais duras, deve ser sempre o último recurso.


5. O mundo que você deseja depende de você


A imensa maioria das pessoas manifesta que não vive no mundo que deseja; que o mundo ao qual elas pertencem é muito diferente daquilo que esperavam e lhes causa muita decepção e sofrimento. Muitas pessoas dizem que quanto mais o tempo passa, maiores são as suas decepções. Bem, se quanto mais o tempo passa, mais você se desilude e decepciona - isso prova que você passou esse tempo todo se iludindo e criando falsas expectativas com relação ao mundo. Para corrigir isso, precisamos corrigir nossa maneira de olhar o mundo.

 
Como diz um antigo koan japonês (trecho sugerido pelos monges para meditação):


"Se seu cabelo está ensebado, não adianta limpar o espelho!"


Nossas percepções do mundo ao nosso redor são profundamente influenciadas e criadas por nossas percepções do nosso mundo interior. Se quisermos um mundo melhor aqui fora, precisaremos reformar o mundo que trazemos no nosso íntimo.
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A ignorância e prepotência do homem



Dancem Macacos, Dancem
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Todos nós temos uma fraqueza que esconde o melhor de nós...



Incubus- Dig

We all have a weakness
But some of ours are easier to identify.
Look me in the eye
And ask for forgiveness;
We'll make a pact to never speak that word again
Yes you are my friend.
We all have something that digs at us,
At least we dig each other

So when weakness turns my ego up
I know you'll count on the me from yesterday
If I turn into another
Dig me up from under what is covering
The better part of me
Sing this song
Remind me that we'll always have each other
When everything else is gone.

We all have a sickness
That cleverly attaches and multiplies
No matter how hard we try.
We all have someone that digs at us,
At least we dig each other

So when sickness turns my ego up
I know you'll act as a clever medicine.
If I turn into another
Dig me up from under what is covering
The better part of me.
Sing this song!
Remind me that we'll always have each other
When everything else is gone.




Algumas explicações sobre a lenda "Incubus"

Mulheres que ficavam grávidas fora do casamento frequentemente colocavam a culpa em um Incubus ou Sonhos ruins ou pesadelos.
Dão forma à preocupação
medieval com o Pecado, especialmente pecados sexuais.
Algumas violações de mulheres dormindo foram atribuídas aos
demônios pelos próprios estupradores a fim de escapar da punição.

O sentimento de morte ao dormir é conhecido desde a antiguidade como pesadelo. O termo moderno para este estado é o coma.
Por causa do peso atribuído ao pecado sexual na
Idade Média, o despertar noturno, orgasmo ou ejaculação noturna eram explicados através das lendas de criaturas como sendo responsáveis por um comportamento que, de outra forma, poderia causar uma idéia de culpa auto-consciente. Assim as pessoas poderiam dizer que não podiam ser culpadas por isso; isso estava obviamente fora de seu controle: eles nada mais eram do que vítimas.

Casos envolvendo jovens mulheres/homens que foram assediados sexualmente durante o sono por uma pessoa conhecida, como um amigo ou um membro da família, ainda que não fossem comuns, foram relatados e podem explicar alguns ataques noturnos. As vítimas poderiam achar mais fácil explicar os ataques como sobrenaturais do que confrontar a idéia de que o ataque veio de alguém confiável dentro da própria família. Veja incesto ou "molestadores ocasionais".

Durante a caça às bruxas, a relação sexual com demônios ou com Satanás era um dos pecados dos quais as bruxas eram acusadas.
Dizem que o Inccubus tinha filhos com as mulheres que ele dormia; a história mais famosa sobre esse caso inclui a de
Merlin, o famoso mago da história do Rei Artur.
Em algumas lendas, Incubi e
Súcubo não eram de diferentes sexos e da mesma "especie" de demônio, mas o mesmo demônio que muda de sexo: a ideia é que Súcubo poderia dormir com um homem e coletar seu sémen, e então se transformar em um Incubus para dormir com umamulher. Em muitos casos, a prole dos Incubus tem características sobrenaturais, mesmo o material genético vindo de Homo sapiens.

Esta idéia foi bastante explorada na série "Torre Negra" de Stephen King. Na Idade Moderna, o Súcubo também foi caracterizado pela imagem da tentação. O tema também foi retratado muitas vezes em histórias que usam seres paranormais que violam mulheres sem serem percebidos.
Nas
Crônicas de Nárnia de C.S. Lewis o Incubus é uma das criaturas malignas da Feiticeira Branca, presente na morte de Aslan no livro O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa.

Em uma visão Junguiana podemos interpretar esse vídeo da seguinte maneira:

A luta da Persona com o Ego.....

As possibilidades de transformaçoes............
A anima ajudando o Ego a cicatrizar-se
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Adotar é tudo de bom

Gentileza Gera Gentileza

CITAÇÕES


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