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Livro- A Publicidade é um cadáver que nos sorri














Os conceitos de Oliviero Toscani são bem explícitos no livro, onde ele procurou mostras porque e de onde vêem as idéias de novos modos de comunicação e publicidade de uma marca. Ele fez a publicidade de forma única e revolucionária, abalou a estrutura da publicidade clássica, padronizada e mostrou que é possível, e muito eficiente fazer a promoção de uma marca de roupas sem usar as tradicionais fotos de modelos famosas e slogans bem elaborados.




 Toscani viu que a marca não precisava hipnotizar o consumidor ou faze-lo sentir a necessidade de comprar, provocar nele pensamentos e reflexões é muito mais valoroso e inovador. Criticado pelos publicitários clássicos e pelos que se sentiam ofendidos com as mensagens expostas em suas campanha, Ttfendidos com as mensagens expostas em suas campanha, toscaniaborados.oscani criou e estabilizou este modo inovador de publicidade. Além de criticar e acusar a publicidade de crimes contra a humanidade como por exemplo o crime de mentira que é visto com freqüência em propagandas de cosméticos que vendem uma beleza que jamais será atingida com a simples utilização do produto exposto,vendido por uma modelo que possui um padrão corporal completamente diferente do resto da população, que supostamente usaria o produto. 




“A publicidade é responsável pela malversação de somas colossais, não tem utilidade social, mente, despreza a inteligência das pessoas, manipula a opinião pública, estimula o racismo e a violência, cria uma legião de deprimidos, frustrados e angustiados.”










Outra faceta da publicidade atacada por Toscani é a “monoculturação” promovida pelas empresas multinacionais que lançam campanhas únicas que são apenas traduzidas de acordo com o país em que vai ser veiculada, um exemplo dessa planificação de campanhas é o conhecido “Amo muito tudo isso” do Mc Donald’s, que se estende por todo o mundo porém o significado não é o mesmo do país sede da empresa, porque existem diferenças óbvias e gritantes entre países com histórias diferentes. Vemos neste caso do “Amo muito tudo isso”, gostamos da comida, do modo como ela nos é apresentada, porém não entendemos as particularidades da campanha que só podem ser percebidas pelo país no qual a campanha foi desenvolvida, geralmente o país sede da multinacional.








 Sua principal preocupação era com o rumo que a publicidade estava tomando, por estar se tornando uma indústria com muitos investimentos que não eram aproveitados de forma que ajudasse a melhoria de vida das pessoas, a publicidade por Toscani tem o objetivo de vender é claro, porém, a diferença está nos meios que ele procurou utilizar para que as suas campanhas fizessem sucesso. 






A publicidade predominante é a mesma que se via há várias décadas atrás, este é um dos setores que menos evoluiu, ainda se faz publicidade como na época dos nossos avós, e Toscani tem papel fundamental por não falar muito sobre o que a publicidade deveria ser, antes de mostrar ao mundo como ela deveria ser feita, pra então, depois de todas as críticas recebidas por ele, houvesse a oportunidade para que ele explicasse cada um dos seus objetivos, com cada campanha veiculada mundialmente.



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7 comentários:

arte-e-manhas-arte disse...

Na realidade este conceito de publicidade que "veio para chocar" (seja o choque negativo ou positivo) é muito interessante e eficaz. É inteligente porque a associação com a marca é imediata.

Beijos
Luísa

colunazero@gmail.com disse...

Olá Joici.

Desculpe o sumisso, mas está complicado administrar o tempo para navegar.

Muito boa sua postagem, transmitiu muito bem as propostas do Toscani.
Como já havia comentado em outra postagem, esse livro foi o primeiro que adquiri, antes mesmo de entrar na faculdade. E permanece mais atual do que nunca.
Pena que alguns profissionais não possuem essa visão de propaganda, e muitos outros não tem coragem, talento e um cliente que dê essa possibilidade de ser tão ousado, crítico e perturbador.

Bjos,

Bruno RZ.

Ebrael Shaddai disse...

Joici,

Sabe que fiquei enjoado quando vi a anoréxica?? Nossa, é instintivo, eu sei, mas é impactante demais!! Não passa nenhuma saúde!!

A Mídia é controladora sim, e é a forma mais sutil e eficiente de tirania, pois incide "sub liminem", por debaixo dos panos e das cortinas. É como a galinha, com o bico no chão em frente à linha branca de giz: é com isso que se parecem os que seguem a Mídia,

BJs!!

ahh.. Quem sou eu?!! disse...

Ebrael

As imagens são impactantes e nos trás para realidade em que vivemos.
O papel da publicidade é mascarar...... criar o Lúdico
Esse profissional desde os meados de 1980 já vem tentando mudar esse conceito.
Ainda bem que alguns profissionais como ele, entende que a vida não é só feita de festas e imagens bonitas.

bjs

Joicinha

satélite abduzido disse...

A publicidade sempre usou o chavão do 'mocinho e bandido". Mas sempre preferiu ludibriar com imagens pomposas. E agora o conceito é outro. Aumentaram o visor da percepção do público alvo! Bah, aquela 'magrela' chegou a me arrepiar! parabéns pelo post!

Valéria Braz disse...

O papel da publicidade é tornar público um conceito, produto, etc... que você queira vender ou mostrar!
Pois bem, a publicidade em si é inofensiva, no entanto para tornar público e vender é necessário conhecer o motivador do ser humano... é aí que entra o perigo da publicidade... é na parte do entendimento humano!
A publicidade que choca é mais um brilhante estudo do comportamento humano e tem o mesmo efeito da publicidade normal... entender como ser humano grava melhor as mensagens que tenho que tornar pública.
Não vejo nele a genialidade de estar fazendo algo diferente... apenas inovador, porque utiliza outros motivadores para chegar ao mesmo objetivo!
Beijo no coração

Gookz disse...

não acho que a publicidade seja de todo um mal...

 

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